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Lídia Cruz estabelece recorde das Américas e Brasil brilha no Parapan-Pacífico

Lídia Cruz estabelece recorde das Américas e Brasil brilha no Parapan-Pacífico Lídia Cruz quebra recorde no Parapan-Pacífico com quatro medalhas para o Brasil, incluindo dois ouros. Descubra todos os detalhes da competição. O Brasil teve uma estreia impressionante no Parapan-Pacífico,…

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Lídia Cruz quebra recorde das Américas, e Brasil sobe quatro vezes ao pódio no Parapan-Pacífico

Lídia Cruz estabelece recorde das Américas e Brasil brilha no Parapan-Pacífico Lídia Cruz quebra recorde no Parapan-Pacífico com quatro medalhas para o Brasil, incluindo dois ouros. Descubra todos os detalhes da competição. O Brasil teve uma estreia impressionante no Parapan-Pacífico, realizado nos Estados Unidos, conquistando quatro medalhas, sendo duas de ouro e duas de prata, além de um recorde das Américas. A nadadora Lídia Cruz destacou-se ao vencer a prova dos 150m medley S4 com um tempo de 2min56s31, estabelecendo uma nova marca continental.

Recorde e medalhas para o Brasil

Lídia Cruz não só garantiu a medalha de ouro, como também superou seu próprio recorde anterior, que era de 2min57s16, alcançado durante as Paralimpíadas de Paris 2024, onde conquistou a medalha de bronze. A atleta expressou sua felicidade ao afirmar que todo o trabalho duro está valendo a pena: “O medley é a única prova específica do paralímpico. Tem muita coisa que pode atrapalhar: temperatura da água, temperatura do ambiente. A gente trabalha com isso. Aqui, consegui dar o melhor”, disse Lídia. Além de Lídia, outra brasileira, Patrícia Pereira, também subiu ao pódio, completando a prova em 2min57s33 e garantindo a medalha de prata. O bronze ficou com a americana Leanne Smith, que terminou a prova em 3min18s65. Essa dobradinha no pódio é um marco para a natação paralímpica brasileira.

Gabriel Bandeira brilha nos 200m livre

Gabriel Bandeira também trouxe alegria para a delegação brasileira, ao conquistar o ouro nos 200m livre nas classes S2-S5 e S14, com um tempo de 1min53s21. Este resultado é especialmente significativo para o atleta, que passou por uma cirurgia no ombro e ficou afastado por três meses. Ele expressou sua satisfação com o retorno: “Estou muito feliz. No final do ano, tive uma lesão no ombro depois do Mundial. Voltar perto do meu melhor me deixa muito feliz”, afirmou Gabriel.

Samuel Oliveira e suas conquistas

Samuel Oliveira também fez valer seu aniversário ao conquistar a medalha de prata nos 50m borboleta nas classes S5-S7, completando a prova em 33s68. O ouro foi para o japonês Eigo Tanaka, que marcou 33s02. Samuel refletiu sobre a data especial, destacando que irá comemorar seus aniversários em grandes competições: “É sempre gratificante fazer o que a gente ama nessa data especial”, comentou. O desempenho da equipe brasileira no Parapan-Pacífico reafirma o potencial e a determinação dos atletas paralímpicos do país, que continuam a brilhar em competições internacionais e a quebrar barreiras.

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