Em julho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou uma leve alta de 0,07%, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os principais destaques, o grupo Habitação teve um aumento significativo de 0,99%, enquanto os preços de Alimentos e Bebidas registraram uma queda de 0,67%.
Queda nos preços dos alimentos
O segmento de alimentos consumidos em casa teve uma redução de 1,14% nos preços, contrastando com o aumento de 0,55% nas refeições fora de casa. As maiores quedas foram observadas em itens como o tomate, que despencou 29,09%, seguido pela batata-inglesa e a cenoura, com quedas de 19,59% e 14,41%, respectivamente. Já o café moído também apresentou uma leve desaceleração, com uma baixa de 2,45%.
Alimentos que encareceram
No entanto, nem todos os produtos seguiram a tendência de queda. O leite longa vida teve um aumento de 2,47%, e as frutas em geral também subiram, com alta de 1,20%. O setor de alimentação fora de casa notou um aumento considerável, passando de 0,15% em junho para 0,55% em julho, destacando-se o lanche, que subiu de 0,13% para 0,76%.
Produtos que mais subiram de preço
Entre os alimentos que tiveram maior elevação de preço estão:
– Manga: 14,74%
– Limão: 10,59%
– Melancia: 7,78%
– Cebola: 7,74%
– Morango: 7,13%
Outros itens que também encareceram incluem o mamão (6,16%) e o bacalhau (3,51%).
Produtos com queda nos preços
Por outro lado, vários alimentos se destacaram pela redução nos preços, com o pepino liderando a lista com uma impressionante queda de 33,42%. O tomate, já mencionado, se destacou com a maior desvalorização, seguido pela batata-inglesa e cenoura, que caíram 19,59% e 14,41%, respectivamente.
Alimentos que mais baratearam
Os principais produtos que apresentaram redução significativa nos preços foram:
– Pepino: -33,42%
– Tomate: -29,09%
– Batata-inglesa: -19,59%
– Cenoura: -14,41%
– Açaí (emulsão): -13,32%
Esses dados revelam não só a volatilidade do mercado alimentício, mas também a importância de acompanhar as oscilações de preços para melhor planejamento financeiro nas compras do dia a dia. A alta no leite e frutas, por exemplo, contrasta com a queda de itens básicos, sugerindo uma fase de ajuste nos preços do setor alimentício.







