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Mãe admite agressão a técnica de enfermagem em UPA de Minas Gerais

Uma mãe foi identificada e ouvida pela polícia após agredir uma técnica de enfermagem em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nayara Oliveira expressou seu arrependimento pelo ato violento.…

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'Eu simplesmente agredi ela. Errei', diz mãe que atacou técnica de enfermagem em UPA de MG

Uma mãe foi identificada e ouvida pela polícia após agredir uma técnica de enfermagem em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nayara Oliveira expressou seu arrependimento pelo ato violento.

O incidente na UPA

O incidente ocorreu durante o atendimento da filha de Nayara. A técnica de enfermagem, Keila Cristina Rodrigues Barbosa, de 28 anos, estava realizando a triagem da criança quando foi atacada. Keila afirmou que, após verificar os sinais vitais da menina e informar à mãe que não havia sinais de risco imediato, Nayara reagiu de forma agressiva, desferindo socos contra ela. Após a agressão, a mulher deixou a unidade.

Ajuda na localização da agressora

Funcionários da UPA encontraram um papel com um nome e um número de telefone que ajudou a polícia a localizar Nayara. A investigação sobre o caso segue em andamento, visando entender melhor as circunstâncias da agressão.

Violência contra profissionais de saúde em Minas

Esse episódio triste destaca um problema crescente em Minas Gerais: a violência contra os profissionais de saúde. Um estudo recente do Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren-MG) revelou que 455 de 479 enfermeiros entrevistados relataram ter sofrido algum tipo de violência no ambiente de trabalho.

Dados alarmantes

Os tipos mais comuns de agressão incluem violência verbal, assédio moral e física, com pacientes frequentemente sendo os agressores. Lucas Tavares Nogueira, presidente do Coren-MG, destacou que essas situações não apenas causam danos físicos, mas também afetam psicologicamente os trabalhadores da saúde, aumentando a pressão que eles enfrentam diariamente.

A Secretaria Municipal de Saúde de São Joaquim de Bicas foi contatada para comentar sobre as medidas de segurança em vigor na UPA e possíveis reforços na proteção dos profissionais, mas ainda não houve resposta. Este evento ressalta a necessidade urgente de se abordar a violência contra aqueles que cuidam da saúde da população.

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